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sábado, 4 de junho de 2011

Santo Antonio de Pádua

Antônio nasceu há mais de 800 anos, mas sua mensagem é tão atual como se ele vivesse hoje. Atualmente nossa Igreja Católica é desafiada de dentro e de fora. Algumas pessoas que se dizem católico contestam abertamente o ensino da Igreja sobre a santidade da vida humana, a divina de Deus ou a redenção da humanidade por Cristo. Algumas rejeitam a interpretação da Igreja de certas  passagens bíblicas. Antônio enfrentou os mesmos desafios. A sociedade parece valorizar somente pessoas capazes, inteligentes e saudáveis. E as incapacitadas, mentalmente deficientes e com doenças incuráveis são totalmente marginalizadas. Essa também foi a sociedade que Antônio pregou. 
Antônio foi fiel à sua Igreja e amou ardentemente a Deus. Seu conhecimento e percepção da Escritura eram fenomenais. Chamado em sua própria época de '' o martelo dos hereges'' e ''a arca do testamento'', ele combateu heresias que contestavam o valor de toda a vida, a autoridade da Igreja e da própria natureza de Deus. Era muito sábio e eficiente na pregação de verdade para uma sociedade que em geral a ignorava. Além disso, não só proclamou o Evangelho, mas também viveu plenamente, de modo que sua própria vida confirmava a profunda verdade de suas palavras.
Antônio serviu carinhosamente pessoas que outros consideravam insignificantes. Embora vivesse numa época e região em que alguns clérigos católicos eram dissolutos e avaros, preservou sua própria pureza e santidade mediante oração e vigilância constantes. Manifestou-se de forma vigorosa contra o pecado e ofereceu a infinita misericórdia e perdão de Cristo para as pessoas que se arrependiam. Portanto, Antônio foi um dos santos mais fortes e radicais, no entanto, um dos mais gentis. 
Antônio acreditava que o objetivo de um pregador deve ser levar os ouvintes ao arrependimento e à penitência, e elaborava cada um de seus sermões tendo isso em mente. O arrependimento significa um desejo completo e intimo de se afastar do pecado, não só de pecados maiores, mas de qualquer pecado. Penitência significava conversão do espírito todo do indivíduo, uma mudança do pecado em bondade, do mundo em Cristo. Penitência implica necessariamente em contrição, confissão e satisfação pelo pecado, mas não em um sentido superficial. Antônio defendia o pesar sincero, a confissão integral e a reparação completa e alegre. Tanto o arrependimento quanto a penitência não acontecem recitando-se certo número de orações determinadas pelo sacerdote no sacramento da reconciliação. Acontecem renunciando-se de forma absoluta a uma vida de pecado (e a vida de todas pessoas é de pecado em algum grau) e adotando-se e submetendo-se inteiramente a uma vida completamente nova, centrada em Deus e na vontade perfeita de Deus para cada pessoa. 
Santo Antônio tem uma mensagem poderosa para nosso tempo. Temos de voltar a seus valores e adotá-los, vivenciar a amplitude e a profundeza de sua fé e conhecer e amar a Cristo. Temos de abandonar totalmente nossa própria vontade, como fez Santo Antônio, para que possamos fazer inteiramente a vontade de Deus a nosso respeito. Só então vamos verdadeiramente nos arrepender e crer na Boa-Nova.
O Lumen não é muito diferente. E também não é difícil identificar a vida de Antônio na nossa
realidade. Antônio viveu uma ação social por tempo integral. Não só porque ele era franciscano, mas porque ele não deixava ninguém desamparado. Sempre ouvia tudo que tinham pra lhe falar, mas também falava muito bem a respeito do santo Evangelho, fazendo assim com que as pessoas se tornassem mais próximas e intimas de Deus e, logo, com o coração fértil ao amor, vocação universal. Antônio viveu uma adoração ardente. Por ser sacerdote, celebrava  a missa todos os dias paras os irmãos da sua província, e fazia isso como ninguém na época. Um dos seus mais conhecidos milagres, foi o que ele levou Jesus Eucarístico ate o jumento de um herege, que se converteria se o jumento se prostraste diante da Eucaristia, e O levantou. O jumentinho dobrou os joelhos em sinal de respeito. Mas nisso também inclui o seu equilíbrio de vida. Mesmo adorando, amando e glorificando intensamente a Eucaristia, ele adorava a Deus acolhendo e amando os irmãos de rua, pregando com a intenção de levar todos a uma reflexão profunda sobre suas vidas, obediente a sua ordem de
frades que lhe era muito difícil de obedecer algumas vezes. Vale lembrar, que essa é a realidade de um religioso, nós, como leigos da Igreja de Jesus, temos que adaptar esse tipo de vivencia a nossa família, a nosso serviço a Igreja na obra Lumen, a nossa espiritualidade pessoal, a nossa faculdade, a nossa escola, a nosso trabalho e todo resto das áreas de nossas vidas. Antônio viveu um grande louvor. Viveu também esse nosso carisma que era um de seus segredos. Ele louvava com a vida em tudo que fazia, lavando pratos, cozinhando, escrevendo, caminhando, conversando, partilhando, confessando, pregando. As pessoas viam que tudo que fazia, ele fazia com um profundo amor e gratidão que as pessoas gostavam e queriam provar desse amor e dessa vontade de servir a Deus. Assim ele convertia muitas pessoas, ate seus próprios companheiros de sua ordem. Santo Antônio, um santo simples, mas muito sábio dos ensinamentos de Deus. Um santo dócil, mas muito forte no que falava. Um santo humilde e pobre, mas riquíssimo na graça de Deus.
Resumindo os seus ensinamentos para a obra Lumen em uma frase, poderia usar as palavras que o próprio santo usou em uma de suas pregações.

“É viva a Palavra quando são as obras que falam.” (Santo Antônio de Pádua)

Fonte: Lumen Vita



segunda-feira, 4 de abril de 2011

Os Contrários da Vida


A cada dia nós fazemos planos e projetos para a nossa vida. Mas nem sempre sai como planejado, não é sempre como queremos, estes são os contrapontos da vida.

Quantos de nós já não fomos esmagados pela tragédia, quantos não vivenciaram um acontecimento cruel e absurdo que fez desmoronar nosso mundo, quantos de nós não foram machucados no caminho. E ao passar por estas situações nos perguntamos: “Meu Deus como pode deixar que isso aconteça?” Cada vez que passamos por estas situações, por mais que não queremos, no nosso coração vão se formando feridas, elas sangram e vão deixando a gente sem fé, desmotivados, fracos e com o coração fechado pra Deus. Sem crer as pessoas se afastam de Deus e se desvirtua, procurando outras religiões e coisas superficiais, destruindo suas vidas.

Na nossa caminhada é da mesma forma, nós passamos por dificuldades e obstáculos, é normal, mas jamais podemos cair na fé.  Por isso devemos ter intimidade com Deus, assim venceremos todas essas batalhas interiores sem se cobrar ou tentar fugir dos avessos da vida. Que na amizade do Senhor a gente possa deixar-Lo entrar e cicatrizar as feridas do nosso coração, da mesma forma que Ele fez o cego de nascença enxergar, e que como o cego nós possamos dizer: “Senhor, eu creio!”. Que a nossa pergunta a Ele seja: “Senhor, como vou sair dessa situação?” Assim seremos vencedores e firmes na fé!


quarta-feira, 23 de março de 2011

São José


José era um homem simples e fiel ao ofício de carpinteiro, exercido para contribuir com o sustento de sua família, mas ao mesmo tempo consciente de que quem os sustentava era Deus. Era um homem bom, compassivo e carinhoso, características de um justo. Temente a Deus aceitou dar sua vida para criar e educar um filho que não era seu. José era viúvo e Maria vivia no templo. Até que um dia os sacerdotes mandaram que Ela procurasse um homem de bem para que pudesse se casar. Maria foi prometida a José, até que um dia recebeu uma mensagem. Um anjo anunciou a Maria, que Ela daria a luz a um filho Deus. E naquele momento Ela disse sim, fazendo a vontade de Deus. Quando José soube que Maria estava grávida após estarem para se casar, que o filho não era dele, ele planejou separar-se de Maria de acordo com a lei, mas temeu pela segurança e o sofrimento dela e do bebê. Ele sabia que mulheres acusadas de adultério poderiam ser apedrejadas até a morte, então ele decidiu deixá-la silenciosamente e não expor Maria a vergonha ou crueldade. José não precisava disso, era um homem feito, com filhos. Não tinha a necessidade de comprometer-se com uma menina que estava grávida, que o filho não era dele e que não cansava de falar que esse filho era "obra do Espírito Santo". Que história sem pé nem cabeça, não convenceria ninguém... Até que ele recebeu uma mensagem em um sonho, um anjo contou-lhe a verdade sobre a criança que Maria estava carregando, ele imediatamente e sem questionar preocupar-se com fofocas, tomou-a como esposa. José foi um homem de fé, obediente a tudo o que Deus pedisse a ele sem preocupar-se com os resultados. Deus poderia nascer em um castelo, em um ambiente que lhe desse todo o conforto e segurança, que lhe fizesse um rei. Ele se faz tão pequeno ao nasce num estábulo, dentro de uma manjedoura. Faz-se necessitar dos cuidados de um Pai e de uma Mãe. José e Maria pessoas simples, que buscavam a santidade e eram fiéis a Deus. O Menino Deus nasceu e São José o amou, o abraçou, o beijou, o alimentou, o ensinou e Dele cuidou. Jesus conheceu toda a beleza da fé, do amor a Deus e à sua Lei, assim como as exigências da justiça, que cumpriu com amor. Deles aprendeu que antes de tudo é necessário realizar a vontade de Deus, e que o laço espiritual vale mais que o vínculo do sangue. No silêncio, José cumpriu seu papel de esposo, de trabalhador, de pai e de educador. Com amor, contempla o filho de Deus e cuida como se fosse seu próprio filho. José morre nos braços de Jesus e Maria, da maneira que todos nós queríamos sair da terra.
Veneremos o pai adotivo de Jesus porque nele se pode vislumbrar o homem novo, que olha para o futuro com confiança e coragem, não segue o seu próprio projeto, mas se entrega totalmente a Deus. Que tudo façamos como São José! A sua intercessão é para qualquer situação, suplique sua ajuda, ele é um grande intercessor que temos diante de Jesus. Nunca tarda em nos ajudar a conseguir alguma graça que desejamos, desde que a peçamos com fé. 


“Não me recordo, até agora, de lhe haver suplicado nada que não
tenha deixado de fazer.”
Santa Teresa d’Ávila sobre São José.

São José, rogai por nós.

Evangelho do 2º Domingo da Quaresma - Mt 17,1-9


1Seis dias depois, tomou Jesus a Pedro, a Tiago e a João, irmão deste, levou-os sós a um monte alto 2e transfigurou-Se* diante deles. O Seu rosto brilhou como o Sol, e os vestidos tornaram-se brancos como a luz. 3Senão quando, apareceram-lhes Moisés e Elias a conversar com Ele. 4E Pedro, tomando a palavra, disse a Jesus: Senhor, é bom estarmos nós aqui. Se queres, faço aqui três tendas: uma para Ti, outra para Moisés e outra para Elias. 5Falava ainda, quando uma nuvem luminosa os envolveu, e uma voz, saída da nuvem, disse: Este é o Meu Filho amado, no qual pus as Minhas complacências. Ouvi-O!
6Os discípulos, ao ouvirem a voz, caíram de rosto por terra e ficaram transidos de medo. 7Mas Jesus aproximou-Se e, tocando-os, disse: Erguei-vos e não temais. 8E eles, levantando os olhos, não viram ninguém, senão a Jesus só.9Ao descerem do monte, ordenou-lhes Jesus: Não conteis a ninguém esta visão, até que o Filho do homem ressuscite dos mortos.

Os apóstolos que precisavam de uma confirmação na sua fé subiram com Jesus ao monte e lá Ele os deu uma prova. A prova que Ele é o filho de Deus feito homem.
Pedro, feliz pela prova e por estar com o filho do Senhor, ainda propôs: “Senhor, é bom estarmos nós aqui. Se queres, faço aqui três tendas...” Nesse momento, uma voz vinda do alto interrompeu-o pedindo atenção ao que Jesus lhes dissesse: “Ouvi-O!” Isso quis dizer não que Deus não queria algo bom para seu filho, não que ele não quisesse proteção para Ele, mas que tinha que ser feito o que estava planejado. Jesus tinha que morrer e ressuscitar para que fosse cumprido o seu destino e o seu propósito: Salvar a todos nós.
Ainda Ele diz para os apóstolos: “Não conteis a ninguém esta visão, até que o Filho do homem ressuscite dos mortos.” Isso quer dizer que é para termos paciência. A glória é demorada. Jesus nos ensina a ser pacientes.
*obs: saiba mais sobre transfiguração no site da obra lumen, clicando aqui.


domingo, 13 de março de 2011

Vivendo a Quaresma

A Quaresma é o tempo que a Igreja se prepara para a grande festa da Páscoa. Acontece durante 40 dias, começa na Quarta Feira de Cinzas e termina antes da Missa da Ceia do Senhor na Quinta-Feira Santa. Nesta ultima quarta, dia 9, nós recebemos as cinzas abençoadas, impostas sobre a nossa cabeça, que são um sinal que nos recorda à nossa condição de criaturas, convida-nos à penitência e a intensificar os esforços de conversão para seguir cada vez mais o Senhor, marcando o início da Quaresma 2011.

Durante este tempo, nós fazemos um esforço para recuperar o ritmo e estilo de verdadeiros fiéis, como devemos viver, como filhos de Deus. É um momento para reflexão, oração, jejum, sacrifícios, arrependimento, reconciliação, abstinência, caridade e desapego. É uma mudança de rumo nas nossas vidas ao fazermos d’Ele a nossa prioridade, além de ser marcada especialmente pela escuta atenta e amorosa da Palavra de Deus. O Papa Bento XVI, na sua mensagem para a quaresma 2011, diz que a escuta da Palavra de Deus é a atitude mais adequada pra esse período, para um encontro fecundo com o Senhor.

Campanha da Fraternidade
Durante a Quaresma é realizada a Campanha da Fraternidade que é a maior campanha da solidariedade da Igreja Católica. A cada ano é contemplado um tema urgente e necessário. A Campanha da Fraternidade é uma atividade ampla de evangelização que ajuda os cristãos e as pessoas de boa vontade a concretizarem, na prática, a transformação da sociedade a partir de um problema  específico, que exige a participação de todos na sua solução. Ela tornou-se tão especial por provocar a renovação da vida da igreja e ao mesmo tempo resolver problemas reais.

Jejum e Abstinência
Jesus passou 40 dias e 40 noites no deserto sem comer ou beber, daí surgiu o nosso dever de jejuar nesse período. O jejum é uma refeição por dia. A abstinência é de não comer carne. Estes são dias de abstinência e jejum: Quarta Feira de Cinzas e Sexta-Feira Santa. Tais atos são necessários para que possamos reparar os danos causados pelos nossos pecados, para o nosso bem e o de toda a Igreja. 

Caridade
Nunca é demais lembrar que o verdadeiro jejum deve abrir-nos à caridade! Se nos privamos de algum alimento, devemos ofertá-lo aos que não têm a oportunidade de consumi-los. Bento XVI pediu às comunidades católicas que assinalem a Quaresma de 2011 com uma particular atenção aos “pobres” deste tempo, promovendo os valores do “jejum, da oração e da partilha”. Afirmou ainda que o “serviço da caridade” pertence à “própria natureza da Igreja” e que esta deve oferecer tanto a “indispensável assistência material” como a “atenção do coração e do amor de que as pessoas em dificuldade tanto precisam”.

Exame de Consciência e Reconciliação
Precisamente porque somos pecadores, somos cegos para os nossos pecados. Satanás quer nos fazer pensar que não há mal nenhum naquilo que fazemos. E o coração endurece, torna-se insensível às exigências do amor. Por isso, é importante mudança de coração. Deus é um Pai amoroso que nos faz ver o pecado para nós à graça de se arrepender e perdoar. Ele nos quer livres. Mas se buscarmos, à maneira de Deus, acusar os nossos pecados, poderemos discernir a diferença entre os atos bons e ruins. Deus ensina a liberar e perdoar o pecado. Nós precisamos ir à confissão com toda a confiança no perdão de Deus. Ele sempre perdoa quando há arrependimento. É muito útil um exame de consciência diário, com toda a humildade, aberto para a pessoas próximas a nós para que corrigidos possamos conviver melhor. 

Evangelho do I Domingo da Quaresma - Mt 4,1-11

1Jesus foi então conduzido pelo Espírito ao deserto, para ser tentado pelo Demônio. 2E, tendo jejuado durante quarenta dias e quarenta noites, depois teve fome. 3Aproximou-se o Tentador e disse-Lhe: Se és Filho de Deus, dize a estas pedras que se transformem em pães.
4Mas ele respondeu: Está escrito: "Nem só de pão vive o homem, mas de toda a palavra que procede da boca de Deus".
5Então levou-O o Demônio à Cidade Santa, colocou-O sobre o pináculo do templo 6e disse-lhe: Se és Filho de Deus, deita-Te abaixo, pois está escrito que "ordenará aos seus anjos que olhem por ti, e eles tomar-te-ão nas mãos, para que não magoes o teu pé nalguma pedra".
7Disse-lhe Jesus: Também está escrito: "Não tentarás ao Senhor, teu Deus".
8De novo O leva o Demônio a um monte muito alto, mostra-Lhe todos os reinos do mundo e a sua magnificência 9e diz-Lhe: Tudo isto Te darei, se, prostrado, me adorares.
10Então diz-lhe Jesus: Vai-te, Satanás, pois está escrito: "Adorarás ao Senhor, teu Deus e a Ele só prestarás culto".
11Deixou-O então o Demônio, e eis que se aproximaram anjos e O serviam.

O Evangelho acima mostra como Jesus foi tentado pelo Satanás e como saiu vitorioso, não só por recusar as ofertas do mesmo, mas também por crer, ter segurança em seu nosso Pai. Muitas vezes nos vimos tentados nessa caminhada, quantas coisas não nos tiram do verdadeiro caminho? Mas não podemos esquecer que Deus sempre estará conosco. Tenhamos certeza disso.

É também mostrado que Jesus jejuou, passou quarenta dias e quarenta noites no deserto e depois “aproximaram anjos e O serviam”. Então Deus quer que nós passemos quarenta dias e quarenta noites sem comer para demonstrar a nossa fé? Não. Nesse tempo de quaresma nós somos convidados a ter abstinência. Qual a diferença? Jejuar é passar algum tempo sem comida e sem água, mas abstinência é privar-se de algo ou de alguma coisa por um determinado tempo. E é isso que nós somos convidados a fazer nesse período. O que é importante pra você? O que lhe é tão importante que possa, às vezes, te afastar de teu Deus? Você seria capaz de privar-se de algo para demonstrar fé a Ele?

sábado, 12 de março de 2011

Usar nossos talentos em Serviço do grupo

Parábola dos Talentos                                                                                            Mateus 25, 14-30

O homem da parábola representa o próprio Cristo, os servos somos nós e os talentos são os dons que Jesus lhes confia. Portanto tais dons, além das qualidades naturais, representam as riquezas que o Senhor Jesus nos deixou em herança, para que as fizéssemos produzir frutos, que é o nosso serviço. Precisamos buscar o serviço, precisamos se colocar a disposição do Pai para ajudarmos na realização das suas obras. De que adianta sermos luz, se não iluminamos, precisamos praticar o serviço na nossa caminhada. Precisamos nos colocar a disposição do grupo, procurar ajudar nas pequenas coisas e na nossa disponibilidade, com equilibro e discernimento. Este é um foi um chamado que Deus vem fazer a todos nós do grupo, servir a Ele. Procure saber em que pode ajudar, converse com a coordenação.    

sexta-feira, 4 de março de 2011

Kenosis 03/03/2011


Liberdade x Libertinagem


Formação de Sandoval Cruz

Liberdade é amar, é controlar os próprios instintos e necessidades, é só dá ouvidos aos outros se realmente for bom para mim e para o outro, é submeter a nossa vontade à nossa razão e está ao domínio do Espírito Santo.
A nossa criação é marcada pela liberdade, Deus nos amou tanto que nos deixou livres para acolhê-lo ou recusá-lo.
O livre arbítrio consiste na capacidade que o homem tem de se auto determinar, de contribuir com a sua própria história, tornando-se, de certa forma, responsável pelo próprio destino. Por ela, o homem pode decidir-se diante de todos os apelos que encontra no caminho de sua existência e escolher, baseado no seu conhecimento e vontade, assumindo a responsabilidade de suas decisões, entre o bem e o mal. 
“Deus criou o homem dotado de razão e lhe conferiu a dignidade de uma pessoa agraciada com a iniciativa e domínio de seus atos para que pudesse ele mesmo procurar seu criador, aderindo livremente a Ele, chegar à plena e feliz perfeição.” (Catecismo da Igreja Católica).
Ser livre não é fazer o que pensa, é ter responsabilidade e maturidade para saber que seus atos têm conseqüências positivas ou negativas de acordo com suas escolhas. liberdade está em Deus, ser livre é fazer a vontade Dele, se eu faço as minhas vontades, e essas são  contrárias as Dele, eu deixo de ser livre, logo tenho que ser livre de mim. Tenho que ser livre das coisa mundanas. 
Se nos não vivemos Nele, se nós cometemos atos desregrados, se somos falsos e irresponsáveis, e vivemos do pecado, não temos liberdade. O nome disso é libertinagem, que é o oposto de liberdade. 

“Negas os teus desejos e encontrarás o que deseja teu coração” (São João da Cruz)
Que nós possamos vencer os nossos extintos e vivermos na verdadeira liberdade! 

O Amor é nossa meta! Cristo é nossa Luz!

quarta-feira, 2 de março de 2011

Kenosis 24/02/2011

Todos nós temos sonhos e prioridades para nossas vidas. Queremos ter uma família, se formar, ter filhos, sucesso. Algo que nos deixe feliz, realizados e completos. Ter prioridade significa eleger o que vem em primeiro lugar, ou seja, o que mais importa para nós. Mas algumas vezes temos algumas delas que ficam pelo caminho, temos que largá-los. O único desejo que devemos carregar sempre é o de viver em Deus, só assim conseguiremos todas as outras coisas. Sem Deus jamais conseguiremos alcançar e realizar nossos sonhos. Com Ele, temos tudo, algo mais é acréscimo. Ele deve ser nossa grande prioridade. Se Ele é sua prioridade, você está dizendo a Ele que você o ama.

“Se o teu coração perturbado está
Não te espantes, tudo passa
Mesmo que breve seja a vida
Confia no Senhor!
Ele te chama, te espera
Sabe que és lento pra seguir
Não te deixes abater, não te deixes perturbar!
Se tiveres a Deus, nada mais desejarás
Pois Ele te basta, só Deus te basta
Só Deus te basta”

Muitos têm tempo para assistir televisão, jogar futebol; tempo para navegar na internet, para namorar, para ir a igreja, para estudar, mas nunca estão disponíveis para ficar uma hora, quinze minutos ou nem mesmo dez minutos a sós com Deus. Quanto tempo você tem para dar a Ele? Se você ora, ore mais. Se você lê a bíblia, leia mais. Fazendo assim você começará a ter mais intimidade com Ele, coloque-o em primeiro plano na sua vida. Faça dEle a sua prioridade e terás tudo.

Kenosis 17-02-2011


Como sempre, o grupo Kenosis foi muito bom.

Foi dia de coordenação por um dia, os escolhidos pela coordenação foram: Lorenna, Thalyany Alves, Lucas Abreu, Regiane, Ana Márcia e Exdras.


O tema do grupo foi: A hora da Parresia.

Rezamos com a passagem bíblica (Atos 4, 27 – 31) pedindo Parresia, o Ardor Missionário. Sem se intimidar com os que eram contra Jesus, pregavam sem cessar. Mostrando-nos que está na hora de agir como os discípulos no início da Igreja. Vivendo em missão, evangelizando e sendo testemunho do Evangelho. Vivendo cheio do Espírito Santo, que faz brotar nos corações um amor que impulsiona a agir! Percebendo que o entusiasmo que faz a gente ter esse sentimento é o Espírito Santo que se manifesta na nossa vida. Amar como os primeiros cristãos, amor que irradiava e fazia com que as pessoas desejassem viver como os discípulos. Ser Igreja, seguindo o exemplo de Maria, que leva a presença de Deus as pessoas, sejamos instrumentos de evangelização. De que adianta receber a Luz de Cristo e guardá-la para si? Levemos esse amor ao mundo!


O amor é nossa meta, e Cristo é nossa Luz!